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	<title>Comments on: &#8216;Pela liberdade de expressão&#8217;: evangélicos protestam contra projeto de lei que torna a homofobia crime</title>
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	<description>Música, Cinema, Cotidiano, Internet, Literatura, Cultura pop</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:11:31 +0000</pubDate>
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		<title>By: Ana Freitas</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2616</link>
		<dc:creator>Ana Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 17:41:16 +0000</pubDate>
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		<description>A solução para todos os nomes problemas é a reeducação, a civilidade... parece que estamos perdidos. =/</description>
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		<title>By: Renato Oliveira</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2561</link>
		<dc:creator>Renato Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 17:57:47 +0000</pubDate>
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		<description>Ana,

Lembrando aqui, que o motivo de minhas contestações é o projeto de lei e não o praticante do homossexualismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana,</p>
<p>Lembrando aqui, que o motivo de minhas contestações é o projeto de lei e não o praticante do homossexualismo.</p>
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		<title>By: Renato Oliveira</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2560</link>
		<dc:creator>Renato Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 17:53:59 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Ana,

A verdade é que a PL-122 não era pra existir, o embuste legislativo que define um crime e já enquadra nele antecipadamente quem quer que levante um argumento contra a consolidação da proposta em lei, é obviamente totalitário e cínico.  Reparou que muito se diz sobre a "tal lei anti-discriminação", mas quem divulga não mostra a referida lei? Assim fica bem mais fácil manipular.
A proposta não foi concebida para proteger homossexuais contra uma inexistente epidemia de violência anti- gay , mas para dar a um grupo político o poder de praticar impunemente os delitos de ultraje a culto, calúnia, difamação e injúria, criminalizando automaticamente quem quer que o acuse disso. O Governo qndo não consegue acabar com algo errado, cria "meios" para diminuir os "injustiças" e o resultado final consegue ser pior, um exemplo claro é o famigerado sistema de cotas nas universidades para negros (sou negro e acho isso o fim do mundo), o certo seria investir pesado em educação, como não consegue ou não querem fazê-lo criam essas bobagens que geram novas injustiças (aqui no rio teve um caso de um rapaz branco que se matou de estudar, passou na prova da UERJ e no fim um negro com sistema de cotas levou a sua vaga). No caso gay, é simples, faça-se cumprir a lei que já existe e que é para todos, agrediu alguém? Seja preso, não importa se é gay, negro, branco ou até o papa.

Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. Visto que em muitos desses casos, os homicídios são cometidos entre os próprios gays, alega-se que na média de 4 meses são cometidos noventa e poucos casos de agressões a gays em São Paulo,mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Para ver o resultado da última parada é só ver as estáticas divulgadas no final da última, o consumo de drogas e registros policiais de violência foram enormes.

Quando alguém quer acusar o Brasil de racista, alega que a proporção de negros entre as vítimas de homicídios é maior do que entre a população em geral. O argumento não prova que a causa do fenômeno seja o racismo branco, pois para isso seria preciso que os autores daqueles crimes fossem predominantemente brancos – e o fato é que não são. Mas o cálculo demonstra, em todo caso, que no Brasil é mais perigoso ser negro do que branco, independentemente da origem racial do perigo. 
Por que então não se usa jamais o mesmo método para provar que os gays são vítimas preferenciais de violência? O motivo é óbvio. Se os homossexuais são 14% população(como eles afirmam, dado duvidoso, estima-se que na verdade sejam 1% da população), eles só podem ser considerados uma comunidade mais ameaçada que as outras caso a proporção deles no total de brasileiros assassinados exceda 14%. Mas, tudo o que os porta-vozes do movimento gay conseguiram, espremendo a amostragem ao máximo, foi mostrar que os homossexuais são 0,3 por cento daquele total. E olhem que aí estão incluídos até mesmo crimes sem motivação homofóbica provada. Assassinatos por homofobia são portanto uma fração infinitesimal no conjunto, e pretender fazer deles um risco máximo de segurança pública, uma calamidade endêmica necessitada de correção legal drástica, é uma empulhação estatística cujos autores, se todos os brasileiros fossem iguais perante a lei, deveriam ir para a cadeia por tentativa de obter privilégios do Estado por meios ilícitos. 
Pior ainda é quando esses pilantras, vendo a fragilidade da gazua retórica que empregam, tentam se vacinar preventivamente contra a evidência matemática, alegando que têm poucos dados porque o medo de sofrer violência leva os gays a ocultar sua preferência sexual, diminuindo sua presença numérica nas estatísticas. A fraude aí é tripla. Primeiro, dá-se à falta de provas o valor de prova. Segundo, a presunção de violência anti- gay generalizada, que se alardeava provar mediante os altos números, é dada por provada a priori e usada retroativamente como prova de que os números baixos valem como se fossem altos. Terceiro: inverte-se brutalmente o significado estatístico da homossexualidade oculta. Se, como presume o raciocínio, a maior parte das vítimas reais é invisível por se constituir de homossexuais secretos, então só pode ter acontecido uma destas três coisas: ou seus assassinos não sabiam que eles eram homossexuais, ou o souberam por algum tipo de inside information , sendo freqüentadores usuais do ambiente gay e portanto gays ou simpatizantes eles próprios, ou então tinham dons paranormais. As duas primeiras hipóteses excluem, por definição, a possibilidade do ódio anti-homossexual como motivação dos crimes. Na terceira reside a única esperança matematicamente viável de provar que existe um estado endêmico de homofobia assassina no Brasil. 
Toda a argumentação em favor da lei dita “anti-homofóbica” é fraude, é engodo, é estelionato.

Ana, creio q a solução para todos os problemas seja a reeducação, as pessoas devem respeitar os indivíduo independente das suas características (dentro da lei é claro), e também a força mais efetiva da policia e dos poderes executivos nos casos de crimes comprovados. Como disse antes, a lei existe e engloba a todos, gays ou não, que seja cumprida (sei que pode parecer utopia). Leis como a PL-122 só vão aumentar os problemas e podem criar um grupo que sofre um outro tipo de discriminação pior ainda, q é ser ignorado e totalmente rejeitado do resto da população que terá medo das restrições.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ana,</p>
<p>A verdade é que a PL-122 não era pra existir, o embuste legislativo que define um crime e já enquadra nele antecipadamente quem quer que levante um argumento contra a consolidação da proposta em lei, é obviamente totalitário e cínico.  Reparou que muito se diz sobre a &#8220;tal lei anti-discriminação&#8221;, mas quem divulga não mostra a referida lei? Assim fica bem mais fácil manipular.<br />
A proposta não foi concebida para proteger homossexuais contra uma inexistente epidemia de violência anti- gay , mas para dar a um grupo político o poder de praticar impunemente os delitos de ultraje a culto, calúnia, difamação e injúria, criminalizando automaticamente quem quer que o acuse disso. O Governo qndo não consegue acabar com algo errado, cria &#8220;meios&#8221; para diminuir os &#8220;injustiças&#8221; e o resultado final consegue ser pior, um exemplo claro é o famigerado sistema de cotas nas universidades para negros (sou negro e acho isso o fim do mundo), o certo seria investir pesado em educação, como não consegue ou não querem fazê-lo criam essas bobagens que geram novas injustiças (aqui no rio teve um caso de um rapaz branco que se matou de estudar, passou na prova da UERJ e no fim um negro com sistema de cotas levou a sua vaga). No caso gay, é simples, faça-se cumprir a lei que já existe e que é para todos, agrediu alguém? Seja preso, não importa se é gay, negro, branco ou até o papa.</p>
<p>Só a paranóia indisfarçável permite, por exemplo, que, num país onde ocorrem 50 mil homicídios por ano, os assassinatos de 120 homossexuais, espalhados ao longo de um ano num território de oito milhões e meio de quilômetros quadrados, sejam descritos como uma onda genocida homofóbica. Visto que em muitos desses casos, os homicídios são cometidos entre os próprios gays, alega-se que na média de 4 meses são cometidos noventa e poucos casos de agressões a gays em São Paulo,mas quem ousará cotejar esse número com a quantidade de agressões cometidas pelos próprios militantes gayzistas num só dia da Parada Gay na mesma cidade? Para ver o resultado da última parada é só ver as estáticas divulgadas no final da última, o consumo de drogas e registros policiais de violência foram enormes.</p>
<p>Quando alguém quer acusar o Brasil de racista, alega que a proporção de negros entre as vítimas de homicídios é maior do que entre a população em geral. O argumento não prova que a causa do fenômeno seja o racismo branco, pois para isso seria preciso que os autores daqueles crimes fossem predominantemente brancos – e o fato é que não são. Mas o cálculo demonstra, em todo caso, que no Brasil é mais perigoso ser negro do que branco, independentemente da origem racial do perigo.<br />
Por que então não se usa jamais o mesmo método para provar que os gays são vítimas preferenciais de violência? O motivo é óbvio. Se os homossexuais são 14% população(como eles afirmam, dado duvidoso, estima-se que na verdade sejam 1% da população), eles só podem ser considerados uma comunidade mais ameaçada que as outras caso a proporção deles no total de brasileiros assassinados exceda 14%. Mas, tudo o que os porta-vozes do movimento gay conseguiram, espremendo a amostragem ao máximo, foi mostrar que os homossexuais são 0,3 por cento daquele total. E olhem que aí estão incluídos até mesmo crimes sem motivação homofóbica provada. Assassinatos por homofobia são portanto uma fração infinitesimal no conjunto, e pretender fazer deles um risco máximo de segurança pública, uma calamidade endêmica necessitada de correção legal drástica, é uma empulhação estatística cujos autores, se todos os brasileiros fossem iguais perante a lei, deveriam ir para a cadeia por tentativa de obter privilégios do Estado por meios ilícitos.<br />
Pior ainda é quando esses pilantras, vendo a fragilidade da gazua retórica que empregam, tentam se vacinar preventivamente contra a evidência matemática, alegando que têm poucos dados porque o medo de sofrer violência leva os gays a ocultar sua preferência sexual, diminuindo sua presença numérica nas estatísticas. A fraude aí é tripla. Primeiro, dá-se à falta de provas o valor de prova. Segundo, a presunção de violência anti- gay generalizada, que se alardeava provar mediante os altos números, é dada por provada a priori e usada retroativamente como prova de que os números baixos valem como se fossem altos. Terceiro: inverte-se brutalmente o significado estatístico da homossexualidade oculta. Se, como presume o raciocínio, a maior parte das vítimas reais é invisível por se constituir de homossexuais secretos, então só pode ter acontecido uma destas três coisas: ou seus assassinos não sabiam que eles eram homossexuais, ou o souberam por algum tipo de inside information , sendo freqüentadores usuais do ambiente gay e portanto gays ou simpatizantes eles próprios, ou então tinham dons paranormais. As duas primeiras hipóteses excluem, por definição, a possibilidade do ódio anti-homossexual como motivação dos crimes. Na terceira reside a única esperança matematicamente viável de provar que existe um estado endêmico de homofobia assassina no Brasil.<br />
Toda a argumentação em favor da lei dita “anti-homofóbica” é fraude, é engodo, é estelionato.</p>
<p>Ana, creio q a solução para todos os problemas seja a reeducação, as pessoas devem respeitar os indivíduo independente das suas características (dentro da lei é claro), e também a força mais efetiva da policia e dos poderes executivos nos casos de crimes comprovados. Como disse antes, a lei existe e engloba a todos, gays ou não, que seja cumprida (sei que pode parecer utopia). Leis como a PL-122 só vão aumentar os problemas e podem criar um grupo que sofre um outro tipo de discriminação pior ainda, q é ser ignorado e totalmente rejeitado do resto da população que terá medo das restrições.</p>
<p>Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ana Freitas</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2539</link>
		<dc:creator>Ana Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 14:06:21 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, desculpa a demora da resposta. Tive que tomar um tempo pra ler tudo. Repito que vc pode ficar à vontade pra escrever o quanto quiser =)

Legal ver que você tem um ponto aqui. Entendi o seu ponto de vista e ele faz sentido. Realmente, o PL pode abrir margem para a legitimação de coisas que não deveriam ser legitimadas.

De qualquer forma, qual seria a saída aqui, então? O PL deveria funcionar, se pudéssemos contar com o bom-senso das pessoas. Não podemos, por isso temos lei. O PL então deveria ser reescrito? Qual é a saída num caso desse?

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, desculpa a demora da resposta. Tive que tomar um tempo pra ler tudo. Repito que vc pode ficar à vontade pra escrever o quanto quiser =)</p>
<p>Legal ver que você tem um ponto aqui. Entendi o seu ponto de vista e ele faz sentido. Realmente, o PL pode abrir margem para a legitimação de coisas que não deveriam ser legitimadas.</p>
<p>De qualquer forma, qual seria a saída aqui, então? O PL deveria funcionar, se pudéssemos contar com o bom-senso das pessoas. Não podemos, por isso temos lei. O PL então deveria ser reescrito? Qual é a saída num caso desse?</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Renato Oliveira</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2510</link>
		<dc:creator>Renato Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 17:12:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://olhometro.com/?p=331#comment-2510</guid>
		<description>Olá Ana,

Vou mostrar algum argumentos e fatos sobre o movimento gay no Brasil.
Qnto a matrícula em um instituição religiosa (para formação de sacerdotes e auxiliares de qualquer religião), a questão sexual conta sim como princípio básico, visto q a constituição dá esse direito atráves liberdade religiosa (não estou dizendo aki sobre instituições normais de ensino) e a instituição não é obrigada a abrir mão de suas convicções em nome de algum grupo.

Sobre relações em bancos de igreja, é claro q não são situações rotineiras, mas as instituições teriam sérios precedentes até na questão do casamento gay, q vai de contra aos seus dogmas (certo ou não, elas por direito não são obrigadas a casarem gays).

Atos libidinosos num templo religioso tipificam nitidamente o crime de ultraje a culto, previsto no art. 208 do Código Penal. A proposta de lei PL 122 consagra esse crime como um direito dos homossexuais e castiga com pena de prisão quem tente impedir a sua prática. Se o Congresso a aprovar, terá de revogar aquele artigo ou decidir que ele se aplica só aos heteros, oficializando a discriminação sexual sob a desculpa de suprimi-la. Terá de revogar também o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assegura aos crentes “a liberdade de manifestar sua religião.... isolada ou coletivamente, em público ou em particular”. 
A ética sexual das religiões tradicionais é parte integrante da sua doutrina e prática. Proibir uma coisa é criminalizar a outra. Aprovada a PL, no dia seguinte as igrejas estarão repletas de militantes gays aos beijos e afagos, ostentando poder, desafiando os fiéis a ir para a prisão ou baixar a cabeça ante o espetáculo premeditadamente acintoso. Acredite, muitos lideres desse movimento fariam isso se possível.

Qnto a lei de atentado ao pudor, a PL 122 é inconstituicional pq vai de encontro a várias lei existentes.

Veja os fatos abaixo:

O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.
S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acredita, confira em http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos forçar a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.
Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.

Cara Ana, volto a dizer que não sou contra pessoas, e sim contra movimentos muito bem analizados de quem quer manipular a opnião popular com dados falsos e confusos, sou a favor do respeito, sou a favor da democracia e do livre arbítrio, q a pessoa faça o q quiser da sua vida, mas que esses movimento não vejam me taxar de burro, definitivamente não assino esse atestado.

Ana, sei que vc e tantos outros mais só visam q as diferenças sejam diminuidas nesse nosso país tão injusto, isso é tremendamente louvável, devemos apoiar pessoas q sofrem e ajudá-las sejam gay, heteros, evangélicos, espiritais, etc..., porém ser manobra de grupos com leis absurdas jamais.

Admito q escrevo muito mesmo e te agradeço pelo espaço democratico que vc abriu aqui, parabéns mesmo.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ana,</p>
<p>Vou mostrar algum argumentos e fatos sobre o movimento gay no Brasil.<br />
Qnto a matrícula em um instituição religiosa (para formação de sacerdotes e auxiliares de qualquer religião), a questão sexual conta sim como princípio básico, visto q a constituição dá esse direito atráves liberdade religiosa (não estou dizendo aki sobre instituições normais de ensino) e a instituição não é obrigada a abrir mão de suas convicções em nome de algum grupo.</p>
<p>Sobre relações em bancos de igreja, é claro q não são situações rotineiras, mas as instituições teriam sérios precedentes até na questão do casamento gay, q vai de contra aos seus dogmas (certo ou não, elas por direito não são obrigadas a casarem gays).</p>
<p>Atos libidinosos num templo religioso tipificam nitidamente o crime de ultraje a culto, previsto no art. 208 do Código Penal. A proposta de lei PL 122 consagra esse crime como um direito dos homossexuais e castiga com pena de prisão quem tente impedir a sua prática. Se o Congresso a aprovar, terá de revogar aquele artigo ou decidir que ele se aplica só aos heteros, oficializando a discriminação sexual sob a desculpa de suprimi-la. Terá de revogar também o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que assegura aos crentes “a liberdade de manifestar sua religião&#8230;. isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.<br />
A ética sexual das religiões tradicionais é parte integrante da sua doutrina e prática. Proibir uma coisa é criminalizar a outra. Aprovada a PL, no dia seguinte as igrejas estarão repletas de militantes gays aos beijos e afagos, ostentando poder, desafiando os fiéis a ir para a prisão ou baixar a cabeça ante o espetáculo premeditadamente acintoso. Acredite, muitos lideres desse movimento fariam isso se possível.</p>
<p>Qnto a lei de atentado ao pudor, a PL 122 é inconstituicional pq vai de encontro a várias lei existentes.</p>
<p>Veja os fatos abaixo:</p>
<p>O sr. presidente da República acaba de dar foros de exigência estatal a essa estupidez psicótica, ao declarar que toda e qualquer oposição ao homossexualismo é “a doença mais perversa que já entrou numa cabeça humana”.<br />
S. Excia reforça suas palavras insistindo em aparecer em cerimônias oficiais ao lado do sr. Luiz Mott, aquele mesmo que discursa sobre arte pornô abraçado à estátua de um bebê pelado do sexo masculino, transmitindo de maneira nada sutil a idéia de que bebês são ou devem tornar-se objetos de desejo sexual como quaisquer outros (se não acredita, confira em <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=FlmfZdyk2YA</a>). A propaganda da pedofilia é aí mais do que evidente, mas, ao condecorar o sr. Mott por “mérito cultural” (como se ele próprio tivesse mérito ou cultura), o sr. Lula joga todo o peso da sua autoridade presidencial no blefe cínico que nos forçar a negar o que vemos e a crer, em vez disso, na encenação oficial de altas intenções humanitárias e culturais. Não há prepotência maior do que exigir que um ser humano sacrifique sua consciência, sua inteligência a até sua capacidade de percepção sensível no altar do absurdo. “Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”, perguntava Groucho Marx. Quando a piada se transfigura em realidade, o humorismo se transmuta em palhaçada satânica.<br />
Totalmente insensível ao grotesco da sua performance, o louco sobe à cátedra e dá lições de psiquiatria, catalogando como doentes os que achem que há algo de errado em erotizar a imagem de um bebê, e ainda propondo, como terapêutica, a prisão de todos eles.</p>
<p>Cara Ana, volto a dizer que não sou contra pessoas, e sim contra movimentos muito bem analizados de quem quer manipular a opnião popular com dados falsos e confusos, sou a favor do respeito, sou a favor da democracia e do livre arbítrio, q a pessoa faça o q quiser da sua vida, mas que esses movimento não vejam me taxar de burro, definitivamente não assino esse atestado.</p>
<p>Ana, sei que vc e tantos outros mais só visam q as diferenças sejam diminuidas nesse nosso país tão injusto, isso é tremendamente louvável, devemos apoiar pessoas q sofrem e ajudá-las sejam gay, heteros, evangélicos, espiritais, etc&#8230;, porém ser manobra de grupos com leis absurdas jamais.</p>
<p>Admito q escrevo muito mesmo e te agradeço pelo espaço democratico que vc abriu aqui, parabéns mesmo.</p>
<p>Um abraço.</p>
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	</item>
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		<title>By: Ana Freitas</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2506</link>
		<dc:creator>Ana Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 15:08:42 +0000</pubDate>
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		<description>Renato, você pode escrever o quanto quiser, ok? Não esquenta com isso. 

São argumentos são bem colocados, devo admitir. Vc tem um ponto quando questiona o porque desses grupos serem incriticáveis; tbm tem um ponto quando menciona que o estado deve fazer ser cumprida a constituição que já existe.

mas nao acho que um dirigente de instituição de ensino possa negar matricula a alguem baseado na orientação sexual. nao importa quais sao as regras da instituição, elas nao podem passar por cima da constituição, que diz que todo mundo deve ter os mesmos direitos.

sobre ter 'momentos quentes' num banco de igreja, olha... nenhum casal, hetero ou homo, tem momentos quentes em qualquer templo religioso. nao vou dizer que ninguem jamais faria isso, porque é sim possivel. mas acho que é uma situação muito especifica.

alem disso, nao entendo de direito, mas essa lei de atentado ao pudor nao pode se sobrepor ao PL em questao especialmente nesse caso, já que fica bem claro que é proposital, com o intuito de provocar outro grupo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, você pode escrever o quanto quiser, ok? Não esquenta com isso. </p>
<p>São argumentos são bem colocados, devo admitir. Vc tem um ponto quando questiona o porque desses grupos serem incriticáveis; tbm tem um ponto quando menciona que o estado deve fazer ser cumprida a constituição que já existe.</p>
<p>mas nao acho que um dirigente de instituição de ensino possa negar matricula a alguem baseado na orientação sexual. nao importa quais sao as regras da instituição, elas nao podem passar por cima da constituição, que diz que todo mundo deve ter os mesmos direitos.</p>
<p>sobre ter &#8216;momentos quentes&#8217; num banco de igreja, olha&#8230; nenhum casal, hetero ou homo, tem momentos quentes em qualquer templo religioso. nao vou dizer que ninguem jamais faria isso, porque é sim possivel. mas acho que é uma situação muito especifica.</p>
<p>alem disso, nao entendo de direito, mas essa lei de atentado ao pudor nao pode se sobrepor ao PL em questao especialmente nesse caso, já que fica bem claro que é proposital, com o intuito de provocar outro grupo?</p>
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	<item>
		<title>By: Renato Oliveira</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2496</link>
		<dc:creator>Renato Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 12:27:18 +0000</pubDate>
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		<description>Creio q qualquer grupo em qualquer lugar tem direito sim de se preocupar com o q acontece na sociedade, seja gay ou seja evangélico, vivemos numa democracia e TODOS os grupos tem direito de reclamar contra algo que julgam ser contra suas convicções e contra a lei maior, então é de direito os evangélicos se preocuparem com a questão da pedofilia.

Veja no dicionário aurélio (o melhor na minha opnião) o seguinificado das palavras preconceito e homofobia (que de fato não existe sobre quem naum concorda ou mesmo tem nojo ou aversão de atos homossexuais).

Prezada Ana, me perdoe, admito que escrevi demais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio q qualquer grupo em qualquer lugar tem direito sim de se preocupar com o q acontece na sociedade, seja gay ou seja evangélico, vivemos numa democracia e TODOS os grupos tem direito de reclamar contra algo que julgam ser contra suas convicções e contra a lei maior, então é de direito os evangélicos se preocuparem com a questão da pedofilia.</p>
<p>Veja no dicionário aurélio (o melhor na minha opnião) o seguinificado das palavras preconceito e homofobia (que de fato não existe sobre quem naum concorda ou mesmo tem nojo ou aversão de atos homossexuais).</p>
<p>Prezada Ana, me perdoe, admito que escrevi demais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Renato Oliveira</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2495</link>
		<dc:creator>Renato Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 12:26:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://olhometro.com/?p=331#comment-2495</guid>
		<description>Sem falar q a referida lei diz EXPRESSÃO SEXUAL, e não homossexualismo, o que pode dar abertura para todo tipo de relação possivel, como disse antes, se um sujeito decide dormir com um garoto menor de idade, ele pode alegar que é a opção dele conforme o texto do projeto.

Acho terrível q alguém agrida, torture, humilhe ou qualquer outro ato despresível contra que quer q seja, por isso já temos uma constituição q abranje a TODOS, seja gay ou não.
Que se faça cumprir a lei q existe, mas dar super poderes a um grupo não é certo, cria anomalias que serão sentidas no futuro. (ver art.5º da constituição).

Outra coisa que julgo ser necessário dizer aki, o grupos evangélicos não pretedem torna "crime" ou punir a pratica do homossexualismo, como disse antes, quer ser? vá, mas obrigar um pessoa a achar isso normal e ser contra qualquer tipo de comentário é um absurdo, hj se critica politicos, atores, heteros, trabalhadores, diabo e até Deus, pq esses grupos querem se incriticáveis?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem falar q a referida lei diz EXPRESSÃO SEXUAL, e não homossexualismo, o que pode dar abertura para todo tipo de relação possivel, como disse antes, se um sujeito decide dormir com um garoto menor de idade, ele pode alegar que é a opção dele conforme o texto do projeto.</p>
<p>Acho terrível q alguém agrida, torture, humilhe ou qualquer outro ato despresível contra que quer q seja, por isso já temos uma constituição q abranje a TODOS, seja gay ou não.<br />
Que se faça cumprir a lei q existe, mas dar super poderes a um grupo não é certo, cria anomalias que serão sentidas no futuro. (ver art.5º da constituição).</p>
<p>Outra coisa que julgo ser necessário dizer aki, o grupos evangélicos não pretedem torna &#8220;crime&#8221; ou punir a pratica do homossexualismo, como disse antes, quer ser? vá, mas obrigar um pessoa a achar isso normal e ser contra qualquer tipo de comentário é um absurdo, hj se critica politicos, atores, heteros, trabalhadores, diabo e até Deus, pq esses grupos querem se incriticáveis?</p>
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		<title>By: Renato Oliveira</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2494</link>
		<dc:creator>Renato Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 12:22:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://olhometro.com/?p=331#comment-2494</guid>
		<description>Bom dia Ana,

Um dos argumentos do evangélicos é q a o projeto de lei como está dará benefícios q nenhum outro grupo tem.
Vejamos algumas coisas que serão permitidas:
1 - Se um casal gay ou não, decidir ter momentos mais "quentes" num banco de igreja, o sacerdote (seja evangélico, católico, espirita) não poderá pedir para que parem, pois poderá ser denúnciado e preso - art. 7º da pl/122. Lembrando que é uma afronta uma instituição ter que mudar seus dogmas por causa de um grupo e contra a lei a imposição da mesma.

2 - Se um casal gay ou não decidir ter momentos íntimos em qualquer lugar público e alguém chamar a atenção, pode ser punido, revogando explicitamente o artigo 61 do Decreto-Lei nº 3.688, de 03 / 10 / 1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata da “Importunação Ofensiva ao Pudor”. 

3 - Nenhum Reitor, Diretor, Administrador ou Dirigente de uma Entidade de Ensino, mesmo de caráter religioso, poderá negar a matrícula ou o ingresso de um homossexual em seu corpo discente (rol de alunos), seja uma Universidade Religiosa, uma Faculdade de Teologia, um Seminário Teológico, um Instituto Bíblico ou congênere, onde a prática do homossexualismo seja proibida, pois se assim o fizer estará infringindo o artigo 5º da Lei epigrafada. Considerando q as instituições tem suas regras e não cabe a um grupo querer mudar a decisão da vasta maioria, isso quebra um principio básico da democracia.

4 - Nenhum (a) chefe de família poderá despedir um (a) empregado (a) doméstico (a), caso ele (a) seja homossexual, mesmo que o motivo não seja a opção sexual do (a) dispensado (a), por que isso acarretará a possibilidade do (a) dispensado (a) ingressar em Juízo com uma ação trabalhista e / ou criminal contra o ex-patrão ou a ex-patroa, alegando ser esse o motivo de sua dispensa. Voltando a dizer, direitos que nenhum outro cidadão tem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia Ana,</p>
<p>Um dos argumentos do evangélicos é q a o projeto de lei como está dará benefícios q nenhum outro grupo tem.<br />
Vejamos algumas coisas que serão permitidas:<br />
1 - Se um casal gay ou não, decidir ter momentos mais &#8220;quentes&#8221; num banco de igreja, o sacerdote (seja evangélico, católico, espirita) não poderá pedir para que parem, pois poderá ser denúnciado e preso - art. 7º da pl/122. Lembrando que é uma afronta uma instituição ter que mudar seus dogmas por causa de um grupo e contra a lei a imposição da mesma.</p>
<p>2 - Se um casal gay ou não decidir ter momentos íntimos em qualquer lugar público e alguém chamar a atenção, pode ser punido, revogando explicitamente o artigo 61 do Decreto-Lei nº 3.688, de 03 / 10 / 1941 (Lei das Contravenções Penais), que trata da “Importunação Ofensiva ao Pudor”. </p>
<p>3 - Nenhum Reitor, Diretor, Administrador ou Dirigente de uma Entidade de Ensino, mesmo de caráter religioso, poderá negar a matrícula ou o ingresso de um homossexual em seu corpo discente (rol de alunos), seja uma Universidade Religiosa, uma Faculdade de Teologia, um Seminário Teológico, um Instituto Bíblico ou congênere, onde a prática do homossexualismo seja proibida, pois se assim o fizer estará infringindo o artigo 5º da Lei epigrafada. Considerando q as instituições tem suas regras e não cabe a um grupo querer mudar a decisão da vasta maioria, isso quebra um principio básico da democracia.</p>
<p>4 - Nenhum (a) chefe de família poderá despedir um (a) empregado (a) doméstico (a), caso ele (a) seja homossexual, mesmo que o motivo não seja a opção sexual do (a) dispensado (a), por que isso acarretará a possibilidade do (a) dispensado (a) ingressar em Juízo com uma ação trabalhista e / ou criminal contra o ex-patrão ou a ex-patroa, alegando ser esse o motivo de sua dispensa. Voltando a dizer, direitos que nenhum outro cidadão tem.</p>
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	<item>
		<title>By: Ana Freitas</title>
		<link>http://olhometro.com/2008/06/26/pela-liberdade-de-expressao/#comment-2481</link>
		<dc:creator>Ana Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 20:13:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://olhometro.com/?p=331#comment-2481</guid>
		<description>Renato, você pode não concordar, mas acho que vc deve engolir, até porque é contra a lei fazer qualquer coisa a respeito.

Sou absolutamente contra qualquer intervenção na vida alheia, especialmente se a pessoa que está sofrendo a intervenção não está prejudicando ninguém.

A homofobia existe sim, acho que quanto a isso você está bem enganado. Homofobia é preconceito contra homossexual, ponto. Aversão. E tem gente que tem sim. E não é pouca.

Quanto ao lance da pedofilia, se for verdade, concordo com a sua observação sobre o projeto de lei. Ainda assim, claramente, os evangélicos não pareciam estar preocupados com a pedofilia. 

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato, você pode não concordar, mas acho que vc deve engolir, até porque é contra a lei fazer qualquer coisa a respeito.</p>
<p>Sou absolutamente contra qualquer intervenção na vida alheia, especialmente se a pessoa que está sofrendo a intervenção não está prejudicando ninguém.</p>
<p>A homofobia existe sim, acho que quanto a isso você está bem enganado. Homofobia é preconceito contra homossexual, ponto. Aversão. E tem gente que tem sim. E não é pouca.</p>
<p>Quanto ao lance da pedofilia, se for verdade, concordo com a sua observação sobre o projeto de lei. Ainda assim, claramente, os evangélicos não pareciam estar preocupados com a pedofilia. </p>
<p>Abraço!</p>
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