30.01

2009
1:44 am

Conquiste a garota seminua na banheira

Postado em Entretenimento, Internet, Pop, Tecnologia

Mas precisa entender inglês. Infelizmente, não tem legenda.

Como a barreira da língua limita bastante o acesso, vou explicar aos não-falantes que eu não estou apelando para a pornografia interativa pra conseguir visitas pro blog. Esse é um híbrido bizarro e genial de vídeo do YouTube com aqueles livros tipo RPGQuest (o nome era esse?), em que você era um herói, tinha X opções e cada uma delas te levava a uma página diferente do livro, na qual você encontraria outra situação… etc. É parecido com aquela brincadeira dos zumbis que eu postei aqui outro dia.

A diferença é que esse vídeo tem uma mulher seminua numa banheira, um humor nonsense e um narrador genial. E você pode escolher entre opções improváveis para conquistar a garota na banheira, como passar um esfregão na cara dela, afogá-la ou descascar-lhe batatas.

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29.01

2009
3:30 am

Guarda-chuva é uma invenção superestimada

Postado em Crônicas

Você já parou pra pensar que boa parte das invenções que prometem facilitar nossas vidas trazem com elas uma porção de problemas que nós não tínhamos antes?

Dá pra mencionar dezenas, centenas de coisas. Mas a mais emblemática, na minha opinião, é o guarda-chuva. E isso é um desabafo.

guarda_chuva

Você mora na cidade? Então tenho certeza que você odeia chuva. Chuva é uma coisa muito desgraçada na cidade. O chão de concreto não foi feito pra lidar com água caindo do céu. Isso é fato, e alguém deveria fazer algo a respeito.

Os que andam de carro podem até reclamar que passam horas parados no engarrafamento quando chove e dá enchente em São Paulo. Mas amigo -  pelo menos, você está dentro de um carro. Você poderia estar fora dele, ou pior, dentro de um ônibus/trem lotado, sem ar condicionado e com as janelas fechadas, porque se abrir, chove dentro. Esses lugares têm cheiro de Cheetos - é sério. O trem é um lugar tão nojento que tem cheiro de Cheetos. O de queijo. E eu odeio Cheetos. Imagina como fica a coisa quando chove.

De qualquer forma, posso garantir que a chuva prejudica muito, muito mais quem anda a pé do que quem tem carro. Primeiro, porque chuva não significa frio - daí chove, mas tá calor, aí você põe uma calça e não um vestido, pra não molhar a perna com a chuva, mas a calça é quente demais, e ainda tá quente e úmido. Não pode usar sandália, sapato baixo, nada - tem que ser tênis, e de preferência impermeável. Precisa ficar cuidando pra que a barra da calça não molhe no chão. Precisa manter a mochila/bolsa e todo seu corpo dentro do diâmetro do guarda-chuva. E tudo isso segurando em cima da sua cabeça um pedaço de pano impermeável sustentado por uns arames que devia ser capaz de manter a chuva longe de você, mas não é.

Existe a ilusão de que a chuva é uma aguinha cujas gotas fazem ângulo de 90º com o chão, mas isso é mentira. Existe o vento. E o vento faz com que a água te pegue, mesmo com o guarda-chuva sobre a cabeça. Normalmente, é um grande paradoxo: chove o suficiente pra que você precise abrir o guarda-chuva se não vai se molhar mais do que o suportável, mas o guarda-chuva não protege o suficiente pra compensar o trabalho que ele dá depois da chuva - balançar pra sair a água sem atingir ninguém em volta, fechar, amarrar, pôr dentro da capinha, arrumar uma sacola plástica e finalmente jogar esta merda dentro da mochila, pra ter que tirar 5 minutos depois de novo porque ela molhou todos seus livros, e ficar carregando na mão enquanto anda, tentando evitar que ele encoste na sua calça e te molhe, o que inevitavelmente irá acontecer… já consegui te convencer que é muito mais fácil tomar chuva?

O filho da puta que inventou isso era muito sádico. Queria sacanear um monte de gente. ‘Vou inventar uma coisa que sacaneie muitos as pessoas sem que elas percebam. Vou fazer de um jeito que elas achem que valha a pena ser sacaneado. E depois vou ficar rindo pela eternidade.’

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28.01

2009
2:37 am

Convenção de Genebra: regulando o irregulável

Postado em Outros

Guerra é uma parada sinistra. E isso eu só posso supor, porque nunca estive em uma. Mas as evidências de que a guerra não é legal são muitas. A principal se configura pelo princípio da guerra - é um bando de homens brigando com outro bando de homens em nome de um conceito tecnicamente vazio, o de pátria.

Apesar de todo mundo ser igual todo mundo, a gente inventa que é parte de algo representando por uma bandeira e que aquilo nos une num só espírito. Isso nos diferencia de outro grupo igualzinho o nosso, só que unido por outra alcunha que é representada por uma bandeira diferente (às vezes nem tão diferente assim).

Dentro dessa premissa, cria-se a obrigação de matar outras pessoas e de morrer porque você precisa defender o espírito daquele negócio que é representado por uma bandeira. Você mata e morre em nome da pátria, que não é nada, na verdade. Mas lá está você, bravo e faceiro, no front de batalha.

Lá é vida ou morte, rapá. A coisa é braba. Você passa o dia inteiro, por dias, meses, com um único objetivo: matar outras pessoas antes que elas possam matar você. Não é exatamente algo tranquilo. Certamente precisa de um ligeiro preparo psicológico.

É o caos, a absoluta irracionalidade. Não existe nada mais irracional do que juntar dois grupos para que eles se matem por um conceito que é frágil como o de pátria.

Logo, é idiotice tentar ‘racionalizar’ algo que é por definição tão primitivo. Você não pode regular o irregulável. Tentar estabelecer regras de conduta em um conflito é a maior prova da infinita estupidez do ser humano. É muito burro, parece hipócrita. Você permite que os soldados inimigos sejam mortos com tiros de metralhadoras, mas proíbe que eles sejam mortos com o uso de determinadas armas químicas? Se eu fosse um historiador de uma civilização futura e estivesse estudando nossos costumes, certamente isso seria algo de que eu gargalharia. Parece coisa de português. É como dizer a um assassino ‘você pode esfaquear essas pessoas porque elas se alistaram e estão cientes dessa possibilidade, mas não pode esfaquear aquelas outras.’

É que existe uma tal Convenção de Genebra, que instituiu uma espécie de lista do que você pode fazer e do que não pode fazer se for um país em guerra. Olha a versão atual da Convenção:

§1- Os países em guerra não podem utilizar armas químicas uns contra os outros.
§2- O uso de balas explosivas ou de material que cause sofrimento desnecessário nas vítimas é proibido.
§3- O bombardeio de balões com projéteis é proibido.
§4- Prisioneiros de guerra devem ser tratados com humanidade e protegidos da violência. Não podem ser espancados ou utilizados com interesses propagandísticos.
§5- Prisioneiros de guerra devem fornecer seu nome legítimo e patente. Aquele que mentir pode perder sua proteção.
§6- As nações devem identificar os mortos e feridos e informar seus familiares.
§7- É proibido matar alguém que tenha se rendido.
§8- Nas áreas de batalha, devem existir zonas demarcadas para onde os doentes e feridos possam ser transferidos e tratados.
§9- Proteção especial contra ataques será garantida aos hospitais civis marcados com a cruz vermelha.
§10- É permitida a passagem livre de medicamentos.
§11- Tripulantes de navios afundados pelo adversário devem ser resgatados e levados para terra firme com segurança.
§12- Qualquer exército que tome o controle de um país deve providenciar comida para seus habitantes locais.
§13- Ataques a cidades desprotegidas são proibidos.
§14- Submarinos não podem afundar navios comerciais ou de passageiros sem antes retirar seus passageiros e tripulação.
§15- Um prisioneiro pode ser visitado por um representante de seu país. Eles têm o direito de conversar reservadamente, sem a presença do inimigo.

Essa coisa tem as manhas de institucionalizar a guerra. Pior do que tentar colocar regras em algo que é o maior exemplo de incivilidade da nossa espécie, é oficializar isso em documentos assinados pelo mundo.

Você pode argumentar dizendo que muitas dessas regras visam a proteção dos civis. Mas ISSO NÃO EXISTE e é hipocrisia tentar criar um conjunto de regras nesse sentido. Civis morrem e morrerão na guerra. Muitos alvos ficam no meio das cidades, e hoje em dia as guerras acontecem no meio das pessoas. Fazer guerra é assumir o risco da morte de civis, e não adianta assinar um documento dizendo o contrário só pra pagar de politicamente correto.

Guerra é guerra. Não importa se 300 crianças vão morrer hoje de bomba ou no ano que vem de câncer gerado por fósforo branco. É tudo uma merda - ainda são 300 crianças morrendo. Proibir o uso dessas armas químicas que causam danos a longo prazo é compreensível, mas é patético no contexto, porque parece o mesmo que dizer ’se for matar, mata agora. não use artifícios que causem a morte depois’. Se pode proibir as armas químicas, porque não pode proibir as outras, também? Humanidade portuga.

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28.01

2009
2:21 am

Algumas coisinhas importantes, mas pequenas

Postado em Música, Notinhas, Pop, TV, Tecnologia

Queria falar várias coisas pequenininhas então copiei a Lilha.

Achei o formato conveniente e acho que vou adotar isso como uma seção fixa de pequenas notinhas. Alguém tem um nome?

#site legal:
Explain This Image será sua principal fonte de improdutividade no trabalho essa semana. O site reúne apenas imagens cujo nível de bizarrice seja tão alto que não seja possível explicar… explicar. Como assim? Olha um exemplo:

#outro site legal:
Obama on Drugs. Porque ninguém pode ser tão cool de cara limpa. Tem o mesmo humor esquisito e refinado de Wagner & Beethoven, mas já aviso antes que ou você vai achar muito engraçado ou vai achar muito ruim. Eu gosto.

#o retorno de lost explodiu meu já frágil cérebro:
Fiquei esperando o release vazar pra baixar os episódios até as 2h, daí não saiu. Coloquei o despertador pras 5h, acordei e - o e02 saiu antes do e01! Baixei o que estava disponível e fui dormir. Acordei às 11h, penei pra achar um link verdadeiro e sem bug do e01, e nesse período resisti bravamente ao ímpeto de não assistir o e02 antes do e01. Rolou um boato que a CBS usou um modo de compressão no e01 que dificultou a ripagem. Daí eu pergunto: com essa história toda de voltar no tempo e ir pra frente nele de novo, será que não era pra gente assistir MESMO o e02 antes do e01? Eu, heim… virais malucos. Só acho que seria uma PUTA idéia se os caras fizessem algo assim.

#fui na cparty, conheci amigos e joguei um paintball laser maluco:
Ronald Rios não deixou a fama subir a cabeça e foi simpático - apesar da gente nem ter conversado, foi só um cumprimento. Rafael Slonik é um desses camaradas extrovertidos, que te perguntam ‘quem é você?’ com sincero interesse se perceber que a pessoa tá meio deslocada. E a Gisele Ramos é gente finíssima, como era de se esperar.

Além disso, no sábado, me chamaram pra jogar um laser shot com blogueiros. É uma espécie de paintball, mas sem bolas de tinta - tudo funciona com armas de laser e coletes. Queria fazer parte da equipe do Jovem Nerd, mas eles me rejeitaram. Minha equipe era muito legal (chamava Nerds With Lasers), mas nossa performance na arena inóspita e sanguinária foi pífia, e perdemos. O Jovem Nerd, em primeiro lugar, ganhou um Wii. Mas eu tava feliz só por ter participado. Olha:

eunolasershot

#eu era do rock desde sempre
Quer a prova? Check it out, man:

roquenrou

Desculpe, você perdeu. Não dá pra ser mais cool que isso. Nesse momento, eu ensaiava aquele movimento característico do Pete Townshend, de girar o braço, sabe?

#mais um sitezinho, só um, juro
Moralize.us é pra todo mundo que passa por um dilema moral. Insira lá sua dúvida, qualquer uma, e deixe as pessoas votarem nas respostas. Vai ser mais fácil abortar depois de ver que 77% de quem votou apóia a prática, não é mesmo? Viu? Com o apoio dos outros tudo fica mais fácil. Ufa.

#alguém tá precisando de estagiário na área administrativa?
Sérião. Tem uma pessoa muito importante e competente (além de sexy e inteligente), de 18 anos e estudante de economia, procurando desesperadamente algo desse tipo (finanças/adm). Se alguém de SP souber de algo, me avisa?

#os prêmios que eu vou dar
Depois da votação, já decidi o que vai ser. Ainda consegui um patrocínio legal pra dar mais coisas. Só tô esperando a grana proveniente dos posts patrocinados entrar. A promoção vai ser surreal, algo nunca visto antes. Aguarde e verá.

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26.01

2009
9:22 am

Briga com o De Leve na Campus Party: tudo acontece por um motivo…

Postado em Brasil, Música, Pop, Tecnologia

Quem me apresentou o som do De Leve (na época, ainda no Quinto Andar) foi um amigo meio-grafiteiro-utilizador de boinas de Che Guevara do colégio. Aos 16, roqueira, eu não conhecia nada de rimas e poesia na época, e achava que rap era só essa parada que cantavam os Racionais e que eu não gostava, não por achar ruim, mas por falar de coisas que não tinham nada a ver com a minha vida de burguesa.

Daí eu descobri que rap era muito mais que isso. Existia um movimento, gente fazendo coisa muito boa e dizendo coisas normais, rimando com talento daqueles que são congênitos. O De Leve, com o Quinto Andar, era um deles. Comecei com Largado, mas minha preferida hoje é Rolé de Camelim:

Mas nem foi por ser fã do De Leve que eu achei babaquice o que fizeram com ele na Campus Party (sério que você ainda não viu o vídeo? Segue:)

Fiquei revoltada porque o cara que se achou no direito de peitar e desrespeitar o trabalho de um artista de que ele não gostou (So what? Teatro Mágico tocou lá, um monte de gente não gosta e nem por isso nego quis tirar Anitelli do palco) com um chapéu de SIRI na cabeça e um adesivo do Firefox colado na testa.

Virbickas durante a briga com o De Leve

Ainda que houvesse a possibilidade remota desse cidadão (chamado Virbickas) ter algum motivo para achar que sua atitude está correta e em acordo com os preceitos de uma sociedade civilizada, no momento da briga ele perderia toda a razão justamente por estar com esse carangueijo na cabeça.

A ironia reside no fato de que um evento como esse, que comporta o público com mais acesso a informação do país, não deveria ser palco pra exemplos tão primitivos de intolerância - qualquer que seja, ainda que musical.

A revolta surgiu, ainda segundo Virbickas, pelo teor da letra das músicas do De Leve (México e O que nego quer). Ficam as dúvidas:

- Se fosse uma música do 50cent, que usasse termos equivalentes ou piores, Virbickas pediria ao DJ que parasse de tocar?

- Se houvesse alguma ou algumas gostosas parcamente vestidas rebolando em cima do palco, o número de gostosas  seria inversamente proporcional à vontade de Virbickas e dos outros de acabar com o show?

- Se fosse um show do Bonde do Rolê, Virbickas e campuseiros mal-educados também achariam as letras um desrespeito?

- Se fosse um show do Mano Brown, Virbickas demonstraria igual macheza?

E por fim, mas não menos importante: o cara reagiu desproporcionalmente a algo que não estava lhe agradando. Chamou a atenção de centenas, milhares de pessoas, pessoalmente e depois quando a coisa se espalhou pelas mídias sociais, não só por demonstrar intolerância e desrespeito, mas por fazer isso com um siri e um adesivo de browser na cabeça. A gente devia ter desconfiado que ninguém tão ridículo por acaso, sem objetivar nada maior. Dá uma lida nesse link aqui e entenda porque ele queria tanto, tanto chamar a atenção.

Se ele apagar, eu (e mais centenas de pessoas, certamente) temos o print.

*Alterado às 11h22 do dia 27/01* e ele editou, como previsto. Clique aqui e veja o print. Na pressa, printei sem um trecho do texto, ms 95% está aí e já dá pra pegar a essência da coida.

*Alterado às 19h26 do dia 27/01* O Savazoni, meu ex-chefe, publicou um vídeo do Carlos Carlos, do FizTV, muito esclarecedor sobre o episódio. Nele, rolam entrevistas com o Virbickas (’Chupa’) e com o De Leve logo depois da briga:

*Mais eum ediçãozinha* Aproveitando que falamos dos melhores rimadores desse país, confira o fantástico trabalho de Chico Barney ao apresentar-nos o MC Papo, talentosíssimo rapper que rima com as mãos amarradas e em francês.

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25.01

2009
9:26 am

On the road again: o que mais tem na Venezuela é ET

Postado em Publieditorial

On The Road Again - blogueiro oficial!

A mais convincente aparição de extraterrestres que eu já tive o prazer de assistir, mesmo após anos em busca de vídeos verossímeis de ovnis do YouTube, aconteceu no On The Road Again Venezuela.

Não há dúvidas de que é um fantoche extraterrestre. Mas eu não arriscaria a piada que eles tentaram executar no vídeo, sob o risco de parecer idiota. Até porque… só crianças acreditariam. Foi como quando eu viajei com a escola, na sexta série, para um hotel-fazenda no interior de São Paulo e nos levaram para o meio da selva. Nos disseram que conheceríamos índios de verdade. No meio da trilha, depois de passarmos por ocas, objetos indígenas displicente e propositalmente largados pela floresta, encontramos um índio.

Quando contei pra minha família, eles riram. ‘Ah sim, um índio, claro que era de verdade’. Eu achava que era, eu acho que era. Porque a memória que guardei da ocasião é de que conheci um índio de verdade, que pintava o rosto com urucum e não sabia conversar direito em português, tinha um sotaque bizarro. Mas a minha família me zuou tanto que hoje eu não sei se o cara era verdadeiro ou não. E até hoje me sinto feita de idiota pelos monitores do hotel-fazenda.

Moral: só faça piadas dessas, usando modelos aparentemente convincentes (ou fantoches, ok) se for pra colocar em algo tipo o KidsTube. Porque senão você corre o risco de parecer que fez uma piada muito sem graça.

artigopatrocinado2

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