Os 5 melhores pedidos nerds de casamento

Nerds também amam. E essa é uma semana feliz para o amor nerd. Afinal, pelo menos dois pedidos geeks de casamento foram sensação na web. Inspirada pelo clima de wireless love is in the air , e um pouco baseada nessa lista do Switched, escolhi as 5 melhores propostas de casamento nerds da história. Atenção, amigo geek: se estiver pensando em juntar os trapos com sua senhora, apresento aqui cinco opções criativas. Apenas não mostre esse texto para ela, ok? Vai estragar a surpresa.

5 - Pelo seu site muito visitado

Não existe site mais nerd que o slashdot.org. E seu fundador, conhecido como CmdrTaco, resolveu pedir a namorada em casamento publicando o pedido no site. A mensagem começava com ‘Kathleen, eu quero fazer isso da maneira mais constrangedora possível, e achei que fazer aqui e agora, na frente de 250 mil estranhos era o melhor jeito.’ Ele acertou - 15 minutos depois, a resposta de Kathleen: ‘Assunto: Sim, Mensagem: Idiota. Você me fez chorar. :)’ O casal recebeu mais de 13 páginas de congratulações.

4 - Pelo seu Twitter

No último dia 10 de outubro, Sean Bonner pediu sua namorada, Tara Brown, em casamento - pelo Twitter. E ela aceitou. Sean relata que recebeu mais de 10 páginas de ‘parabéns’ pelo Twitter de “amigos, amigos de amigos e gente que eu nunca vi”. E isso foi o que ele pode fazer em 140 toques - em seu blog, com mais toques, Sean conta como conheceu Sara e como surgiu a idéia de pedí-la em casamento pelo Twitter.

3 - Nos resultados do site de buscas em que você trabalha

Trabalhar em um site de busca pode ter muitas utilidades. Para pedir em casamento sua namorada Yisha, Barry criou uma página dentro do mecanismo de busca e deu um jeito para que Yisha buscasse por seu próprio nome no navegador. O resultado era o pedido de casamento, com a foto do casal. Quando se virou na cadeira, Yisha deu de cara com Barry, de joelhos, com flores e a aliança. Eles se casaram em 2006. E a história está toda aqui.

2 - Por um jogo que você mesmo desenvolveu

O jogo favorito de Tammy é Bejeweled. Seu namorado - e agora marido -, Bernie, passou algumas semanas desenvolvendo para ela uma versão do jogo para o Nintendo DS.

Mas essa não era qualquer versão de Bejeweled. Quando Tammy atingiu uma determinada pontuação, um anel surgiu na tela. E foi assim que Bernie a pediu em casamento. Ela aceitou.

1 - Ao vivo no telejornal

Essa jornalista americana teve uma surpresa ao chamar o link de ‘breaking news’. Em vez do repórter de sempre, quem apareceu foi seu namorado. Ele a pediu em casamento ao vivo, no ar. Claro que já estava tudo combinado com a produção. E ele, pelo jeito de falar, é claramente um nerd.

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October 16th, 2008 | 20 Comments

‘Também sou hype’ é a nova banda indie-eletro que vai te conquistar

É preciso reconhecer uma boa banda quando ela surge. ‘Também sou hype’ é formada por estudantes de moda da FAAP e tem influências de indie rock, eletro e um tiquinho assim, desse tamaninho assim, de carimbó. Legal ver que algumas bandas ainda buscam influências brasileiras na hora de fazer música, especialmente num som tão ‘importado’ que é o eletro e o indie rock.

Confiram um dos sons da ‘Também sou hype’:

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October 15th, 2008 | 5 Comments

Vamos festejar, os amigos receber!

Eu ando com a memória péssima. Isso me assusta, porque sempre fui muito boa para lembrar coisas. Minha memória fotográfica era impecável; eu conseguia lembrar em que altura da página de um livro se encontrava um trecho que me marcou. Jamais esquecia rostos, ainda mais associado a frases. E ontem, me vi com muita dificuldade para lembrar quem é que, no dia anterior, tinha dito algo que me passou pela cabeça(que eu nem me lembro mais, olha só). Isso é absurdo, já que eu convivo com o mesmo grupo restrito de pessoas todos os dias. Não existem muitas opções, sabe?

Já de aniversários, nunca fui boa. Depois que inventaram o Orkut eu me salvei, mas daí, se eu esquecer tudo bem - afinal, não é mais mérito nenhum ‘lembrar’, porque você não lembrou. Se não há mérito em lembrar, então esquecer não é demérito.

O excesso de coisas para fazer esfarelou minha memória. Uma pena. Eu esqueci até mesmo o aniversário do meu próprio blog.

Empolgada pela chegada dos ETs, não me lembrei de comemorar o dia em que esse espaço veio mundo. Outrora hospedado num humilde domínio wordpress.com, meu bloguxo tomou proporções dantes inesperadas e eu tive que migrar para o www.olhometro.com, que vocês conhecem hoje.

Foi um ano de alegrias. Eu criei esse blog com o seguinte objetivo (juro): cobrir shows e posteriormente ser convidada para cobrí-los. Criei o blog na véspera do Festival Planeta Terra de 2007, empolgada pela maratona de shows do ano e desempolgada pela falta de grana. Num sincronismo perfeito dos elementos do universo [/quiroga], um ano depois, eu recebo o convite para cobrir - pelo blog - o mesmo festival que teve papel em ‘inspirar’ a criação disso.

Como vocês perceberam, a intenção inicial desvirtuou um pouco. Mas parece que isso não foi algo ruim. Será que, se eu tivesse ficado falando só de música, eu estaria - 365 dias depois - com quase 300 leitores de feed, 1.500 visitas diárias e tanta empolgação para fazer isso funcionar direitinho?

Não dá para saber com certeza, mas acho que tô no caminho certo. Odeio esses clichês de agradecimentos, mas não dá para não agradecer a todo mundo que entra, lê, quem comenta e quem divulga. Muito obrigada por permitir que algo tão legal acontecesse para mim.

Aguardem, para breve, um promoção que os presenteará devidamente. Não a todos, naturalmente, que eu ainda não tô ganhando tanto dinheiro assim.

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October 14th, 2008 | 8 Comments

Censo da Blogosfera: 16

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E eu acordada…
Pegue seu número!

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October 5th, 2008 | Comments Off

Como você se comportaria em um ataque de zumbis?

Filme de zumbi é um tipo de terror que realmente me deixa apavorada. Eu já disse que filme de zumbi é o gênero de terror que eu mais gosto de ver, e é verdade, porque é o monstro cinematográfico (depois d’A COISA) mais improvável de existir, mas ainda assim é apavorante. Eu nunca consegui passar da primeira fase de Resident Evil por causa deles. E em Zelda: Ocarina of Time, no N64, eu tinha muito medo de passar pelo mercado de Hyrule depois que o Link crescia.

O motivo principal de filmes de zumbi meterem medo é que qualquer pessoa pode se tornar um zumbi, sua mãe inclusa, e então perder totalmente a capacidade intelectual e te devorar em seguida. E deve ser triste ter que matar alguém da sua família só porque essa pessoa se tornou um zumbi.

O engraçado do zumbi é que ele só parece burro. Ele anda como alguém muito burro, e grunhe como alguém muito burro, mas surge de trás das portas e dos becos como alguém realmente inteligente, fora que na hora de perseguir pessoas em carros a velocidade dele triplica de maneira inexplicável. Parece que o zumbi emburrece no quesito comunicação e locomoção, mas mantém necessidades instintivas, tipo ’se alimentar’. E isso inclui ‘correr’ e ’ser inteligente’, caso um dos dois seja necessário para o item ’se alimentar’.

Nunca achei que se tornar zumbi seria um grande problema, já que eu espero que um zumbi fique ‘emburrecido’ e esqueça que um dia foi humano. Dessa maneira, não há porque se preocupar. Ignorância é felicidade. Se eu for zumbi e não souber que um dia fui humana e não comia carne dos meus semelhantes, acho que posso viver com isso.

Sou o tipo de pessoa que assiste filme e depois fica se perguntando o que faria naquela situação. Tipo, se o mundo começasse a acabar, eu faria como o Mel Gibson em Sinais e não sairia da minha casa? Caso o bairro fosse invadidos por zumbis sedentos por sangue, e supondo que eles tivessem inteligência o suficiente para entrar no elevador e apertar o botão do meu andar, como eu defenderia minha casa dessas aberrações? Seria eu mais esperta que aquela coadjuvante, que morreu no terceiro bloco porque resolveu sair para buscar ajuda?

Finalmente, eu pude testar minhas habilidades de fugir de zumbis. O site Survive the outbreak, em inglês, é uma espécie de filme interativo de zumbis. É mais ou menos como aqueles livrinhos RPGQuest, aventuras-solo de RPG que eram vendidos nas bancas. Você assiste a uma cena, decide por qual caminho seguir e da sua escolha depende a ação que ocorre em seguida.

O formato é muito legal, e dá margem para outros filmes interativos do mesmo tipo, talvez mais elaborados, com mais possibilidades condicionadas pelas escolhas de quem assiste.

Só tem um problema: a ação é toda baseada no que aconteceria se, digamos, você estivesse mesmo dentro de um filme. Eu comecei pensando de maneira realista e só me ferrei. Depois que mudei minha mente para o modo ‘previsibilidade-holywoodiana-de-comportamento’, e comecei a considerar que egoístas nunca se dão bem em filmes, cheguei um pouco mais longe na simulação. Ainda assim, morri todas as vezes.

Claro que, no fundo, eu e você sabemos que quando alguém é ferido por um zumbi, não há o que fazer senão matar o pobre infeliz antes da transformação. Mesmo quando não lidamos com a realidade é preciso ser realista.

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October 1st, 2008 | 39 Comments

Censo do Olhômetro

Segui a onda do meu grande camarada Marcus e resolvi montar, no Google docs, um formulário para conhecer melhor os leitores daqui.

São apenas algumas perguntas que vão me ajudar a saber quem exatamente está entrando aqui.

Por favor, se estiver moscando por aí, responda.

CENSO DO OLHÔMETRO

Editado: o censo foi encerrado, depois de uma semana no ar e 117 respostas. Publicarei os resultados entre essa e a próxima semana.

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September 30th, 2008 | Comments Off

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