O Guardião Universal

A dica foi do Cris Dias, via Twitter.

“Mas olha, Milton, diz pra gente o que significa esse deusuísmo que você disse aí…”

“Por que vocês não colocam lá no Orkut, ‘Guardião Universal’…”

Tudo culpa da internet.

Editado: Olha o que eu achei…

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=14032806030719151375 

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=3197618038171838500 

Blog do Milton (dá pra baixar o livro dele)

Dá pra entender porque todo mundo acha ele louco. Muito do que ele fala não é tanta viagem assim - mas enfi, aí fica pra cada um. Já deixei um scrap perguntando qual era a do tiozinho evangélico espancador.

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February 28th, 2008 | 2 Comments

MEME: Blogs show de bola

O Marcus, do Grande Abobóra, me indicou como um blog show de bola.

Significa que eu ganhei essa caneca:

showdebola1selo.jpg

Obrigada Marcus.

Também significa que agora eu devo indicar 5 blogs legais para propagarem o MEME por esse mundão véio sem porteira da internet. Seguem minhas sugestões:

#Cegos, Surdos e Loucos: o Eric é o grande comentador do Olhômetro e tem um humor finíssimo. No Cegos, Surdos e Loucos, ele fala de música, de cinema e de tudo que der na telha. É quase como aqui - mas ele é muito mais engraçado.

#Enzimas: a Dani, autora do blog, teve câncer de mama e narra toda a epopéia pela qual ela passou desde que foi diagnosticada com a doença, passando por todo o tratamento. A mulher faz piada da situação toda - até daqueles momentos onde você sabe que, tipo, se parar pra pensar, são absolutamente trágicos. É pra rir e chorar.

#Move That Jukebox! Pô, imagina um blog de notícias de música. Até aí, nada além do comum. Mas esse blog com notícias de música é diferente: eles tem uma seção chamada ‘downloads’. Nessa seção chamada ‘downloads’, você pode fazer, hum… downloads de, tipo DEZENAS, talvez CENTENAS de discos legais pra caramba. O catálogo é atualizado freqüentemente. Vale a visita se você tá procurando algo há tempos e não acha, ou pra completar alguma discografia.

#Nigel Goodman’s show: O homem é O Repórter Bêbado - o mito, a lenda. Não conhece? Entra lá. Mas não ouça no trabalho.

#FSP: Parceiro do Nigel, Ronaldo Rios é responsável pelas gargalhadas provocadas pelos textos do FSP. Destaque especialíssimo para o episódio dos dragões homossexuais.

Tomara que eles respondam… mas duvido que vão resistir à belíssima caneca que acabaram de ganhar.

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February 21st, 2008 | 5 Comments

Wet’n'Wild (o 2º post da série Wild)

Hoje, não entendo essa fascinação que a gente tem por água quando é novo. Claro, tudo que envolve piscina e mar e estar imerso parece bem divertido, um lance Freudiano de estar de volta à placenta e tal. Divertido até os 15. Não sei porquê, mas hoje em dia não vejo muito princípio em ficar dentro d’água. Logo me encho e saio pra tomar sol na beira.

Legal era ir em parque aquático. Fui uma vez no Wet’n Wild, que fica perto do Hopi Hari, perto de Vinhedo - entre SP e Campinas. Tinha uns 12 anos, minha mãe foi junto, tomou inúmeros caldos e em uma das piscinas com ondas salvei-a. Pensando no princípio da coisa, dá pra formular duas opiniões sobre um parque aquático cheio de atrções:

- Verão, sol, praia, calor, corpos bronzeados, muita azaração, esportes radicais, corredeiras radicais, esportes radicais em corredeiras radicais;

- Gente quase nua compartilhando a mesma água. Muito.

Se você pensar que aproximadamente 94% das pessoas admitiram já terem feito xixi na água alguma vez em suas vidas, temos um problema sério em quando pensamos em ir a parques aquáticos.

dh2ostructure.jpg

É brincadeira. Inventei a estatística. É claro que, no fundo, a gente não liga muito pra isso - o que não mata, engorda, e é legal pra cacete ficar brincando naqueles tobogãs imeeeeeeeeeeeeeeensos e engolindo água pra caramba. O que eu mais gosto naquele parque é um brinquedo que parece uma descarga (tipo esse aí em cima): você desce por um tubão, cai numa bacia gigante e roda nela até ir cair na piscina. Suave.

E tipos, já que esse post te deu uma puuta vontade de dar mó mergulho, tá rolando uma promoção supimpa no site da Close-up, no Blog Eles 3. É só clicar aqui e se cadastrar. Aí, responde à pergunta:

“Por que meu verão ficaria mais refrescante com Close up e Wet’n Wild?”

(Já mencionei que eu odeio essas perguntas de promoções? Tipos, eu NUNCA sei o que responder. E as pessoas que ganham sempre respondem algo que eu poderia ter dito, mas não disse porque fiquei com vergonha de dizer algo tão estúpido.)

Enfim, responde à perguntinha lá na bagaça e a melhor resposta ganha tipo duas entradas pro parque, junto com o pessoal que escreve o blog, pra ir no dia 8 de março, com transporte saindo de SP incluso. Só não faça xixi na água, por favor.

BTW, já que eu sou do tipo meio viciada em promoções, é no Promoções na Internet que eu mantenho meu banco de dados de participações em promoções atualizado. Keeping track: Eu ganhei 00 promoções desde nov/07. Só que não desisto…

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February 21st, 2008 | 2 Comments

Cidade dos sonhos

Eu sempre fui de esquerda, mesmo antes de saber o que isso significava. Por ‘de esquerda’, não quero sidzer que sou comunista, nem ativista política. Só que a maioria das coisas em que eu acredito tem uma inclinação forte a favorecer o proletariado. Sou contra o sistema, quero dizer, não concordo com ele. Claro que isso traz um monte de implicações, e eu sou uma pessoa tranqüila, cheia de bom humor e muito flexível, não sou uma militante chata… é só minha inclinação política.

Quando eu era mais nova e comecei a gostar de rock’n'roll, claro que tive minha fase de Anarquista. Aquela, quando a gente compra a camiseta com o ‘A’ vermelho na Galeria do Rock. A fase, é claro, passou; mas anos depois eu ouvi falar de Christiania.

Christiania
Creative Commons License photo credit: Kieran Lynam

Christiania, também conhecida como Freetown Christiania (Christianshavn) é uma comunidade independente e auto-gestionada que fica dentro de Copenhagen, na Dinamarca, e tem cerca de 900 habitantes. Criada ‘acidentalmente’ nos anos 1970, foi formada por dinamarquesas insatisfeitos com as política habitacionais do país na época. Turbinada pelos ideias hippies e comunistas que carregavam o ar por aquelas épocas, Christiania tornou-se uma experiência social. Apesar dos esforços iniciais por parte do Estado Dinamarquês para a retirada dos habitantes da comunidade, em 1992 foi assinado um tratado que permite a existência pacífica da Christiania.

O mote da comunidade, retirado do site de Christiania:

“O objetivo de Christianiaé criar uma sociedade auto-governante onde todo e cada individuo é responsável pelo bem-estar de toda a comunidade. Nossa sociedade deve ser auto-sustentável economicamente e, como ela, nossa aspiração de ser firmemente convicto de que qualquer privação física e psicológica deve ser evitada.”

Os habitantes de Christiania vivem num regime político… a-político. Uma espécie de anarquia. A convivência entre os moradores é baseada na cidadania, honestidade e solidariedade. Para tomar decisões, Christiania se organiza em conselhos municipais, onde todos os moradores tem a mesma voz para opinar. Tudo é decidido na base do consenso - por mais estranho que isso possa soar para nós.

Carros não são permitidos dentro de Christiania, mas quase 150 moradores os têm. Eles deixam os veículos estacionados nas ruas que contornam a comunidade. Haxixe e maconha são vendidos livremente, e ‘drogas pesadas’ são expressamente proibidas.

Visitar Christiania é super-permitido, você só precisa respeitar as regras da comunidade. Para morar lá, bem, você precisa de uma casa. Mas não pode, tipos, chegar lá e construir. Então tem que esperar uma casa ficar disponível e se submeter a aprovação do conselho. Lá, você pode trabalhar como artesão, lenhador, trabalhar na coffee-shop e essas coisas.

Mais informações aqui, aqui e aqui (no último, se você falar dinamarquês).

Christiania está na minha lista de ‘lugares para conhecer’ desde que eu li sobre a comunidade pela primeira vez, aos 13 anos. Recentemente, me deparei com o relato de um rapaz brasileiro que esteve lá (no Orkut) e fiquei mais encantada. Não que eu acredite de verdade em tudo isso, pro mundo real… é uma coisa diferente, país europeu, pouca gente, hippies. Mas deve ser algo a se observar.

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January 29th, 2008 | 2 Comments

Pérolas do futuro jornalismo

Esse é pra contar um (ou dois) causos da minha sala de Jornalismo. Ambos realmente aconteceram já há um tempinho, e por razões óbvias, não vou falar nomes dos envolvidos. Se alguém se sentir ofendido… desculpe, mas foda-se. Só tô contando o que aconteceu.

Tem uma matéria na faculdade que chama Jornalismo Comunitário. A gente tem que visitar uma comunidade carente (ou não) e desenvolver com ela um trabalho de comunicação adequado às circunstâncias daquela comunidade.

O Grupo X resolveu fazer um jornal num orfanato. Uma porção de crianças que nem sabe ler, e eles querem que elas escrevam. Mas beleza. Na apresentação do trabalho, relataram absurda dificuldade pra trabalhar com as crianças. No final, uma das integrantes disse que o grupo só podia visitar o orfanato de fim de semana, e nesses dias só ficavam na instituição os pimpolhos que não tinham ido visitar os possíveis/futuros pais, pivetes esses com os quais era mais difícil de trabalhar - por serem “mais agitadas, mais velhas e, sem hipocrisia, menos bonitas.”

Aí a professora encerrou a apresentação e a moça assumiu uma postura extremamente relutante de “professora, não posso ser hipócrita, é verdade”, da onde se lia claramente, “quem se ofendeu é porque é feio!!!!”

O foda é que eu sempre tenho a impressão de quem quem usa a palavra “hipocrisia” (frequentemente pronunciada “hipocresia”) está sendo, invariavelmente, hipócrita, numa questão que envolve metalinguagem, metafísica e metatags.

Outro dia, outra história. O rapaz veio de outra faculdade e, tristemente, não cursou a disciplina fundamental pro início do curso de jornalismo - ‘técnicas jornalísticas’. Não que seja motivo, porque é só ler um pouco que já resolve, mas ‘ler’ é uma palavra que esse estudante de jornalismo desconhece (”Por favor, não me dêem livros de presente” é o que está escrito no Orkut dele sobre “livros”).

E bem, só espero que ele não leia isso aqui, porque senão vai ficar chato. Não tenho nada contra ele especificamente, fizemos até muitos trabalhos juntos, mas tem várias coisas nele que acho bobas. Enfim, continuando. O cara não fez aula, não lê e obviamente não sabia escrever. E foi fazer o jornal com a gente, um suplemento sobre adolescentes, escrevendo matéria sem saber como fazer isso.

Seguiu o diálogo, algo mais ou menos assim (o cara e uma outra pessoa):

- Fulano, você precisa ler mais… se não nem adianta fazer ‘técnicas’, o curso não faz milagre.
- Mas pra queê saber escrever?
- Ora, pra quê? Você faz jornalismo, vai ser jornalista.
- Mas eu quero trabalhar em TV.
- E quem disse que repórter de TV não escreve? Repórter de TV tem que saber escrever muito bem!
- Tá, mas olha o Gugu!

Quando eu soube da história eu quase tranquei o curso. De qualquer maneira, nada contra o cara (de novo), ele só falou uma merda gigante.

Pra não deixar impressão da minha sala, que tem bastantes caras bem legais, segue como homenagem um vídeo gravado há um tempinho… pode não ter graça agora, mas na hora juro que foi engraçado.

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January 18th, 2008 | 11 Comments

Reduzindo a produtividade

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O Excit é a minha mais nova descoberta. Trata-se de um joguinho extremente viciante, uma espécie de labirinto baseado na interface do Excel, no qual você deve fazer com que a cruzinha chegue ao seu objetivo. Passei hoooras.

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January 17th, 2008 | 1 Comment

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